O Exército Brasileiro ganhará uma série de novas tecnologias e equipamentos. Isso porque, em novembro de 2025, a Lei Complementar 221 garantiu que R$ 30 bilhões fossem excluídos do arcabouço fiscal e destinados a investimentos para a defesa brasileira.
Dessa forma, ao longo de 2026 e 2031, o PAC Militar deve passar a utilizar R$ 3 bilhões a cada ano para modernizar os recursos da defesa.
Portanto, além de uma nova frota de blindados, o Centauro II-BR, o exército contará também com uma defesa cibernética expandida, que incluirá o uso de inteligência artificial (IA). A seguir, veja como a IA pode melhorar a defesa brasileira.
Possibilidades da inteligência artificial no Exército
Em outubro de 2025, o governo do Paraná assinou um novo protocolo com planos de pesquisa e projetos para integrar inteligência artificial, tecnologias quânticas e cibersegurança ao exército brasileiro.
Conforme o estudo “O uso da Inteligência Artificial no SISFRON”, publicado em 2024, na Revista de Segurança, Desenvolvimento e Defesa, a inteligência artificial pode atuar de forma proativa na detecção e prevenção de ataques.
Para isso, recorre a análises de dados aprofundadas e contínuas, feitas por Machine Learning e Deep Learning. Na prática, qualquer anomalia no sistema seria identificada, informada e combatida quanto antes. Ademais, por ter uma visão “panorâmica” a IA também é capaz de fornecer insights para melhorias do sistema.
“Temos excelentes pesquisadores e uma infraestrutura em expansão. Essa colaboração permitirá que utilizemos a estrutura que o Exército tem, e eles possam utilizar a nossa, compartilhando cérebros e talentos para produzir resultados que interessam ao País”, disse Aldo Bona, secretário das secretarias estaduais de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), sobre os projetos do governo do Paraná.
IA aplicada ao SISFRON
Além disso, ainda segundo o estudo, a utilização da IA pode ir além dos computadores.“O uso de drones, veículos autônomos, simulações e a coleta e análise de dados para o sistema de monitoramento”. Dentro disso, quando integrada ao SISFRON (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras), a IA amplia tanto a capacidade, quanto a complexidade do sistema.
Nesse sentido, vale lembrar que o SISFRON é utilizado principalmente no combate ao narcotráfico e contrabando. Contudo, o sistema ainda não foi efetivamente implementado no país. Ele estava previsto para 2021, mas as restrições orçamentárias anteriores adiaram a estimativa de operação completa para 2039.
Sendo assim, as pesquisas para aplicar IA na defesa cibernética do Exército Brasileiro devem contribuir com resultados para todo o país.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
O Exército brasileiro está investindo na ampliação de sua defesa cibernética através do uso de inteligência artificial. Essa iniciativa visa garantir a segurança e proteção das informações estratégicas do país diante das constantes ameaças cibernéticas.
A utilização da inteligência artificial nesse contexto possibilita uma análise mais eficiente dos dados, identificando ameaças em tempo real e permitindo uma resposta rápida e precisa. Com a adoção dessa tecnologia, o Exército pretende aumentar a eficácia de suas operações cibernéticas e proteger de forma mais eficaz as redes e sistemas de informação.
É importante refletir sobre como a Inteligência Artificial pode ser uma aliada poderosa na proteção de dados e na melhoria da segurança cibernética. Ao utilizar essa tecnologia de forma estratégica, podemos obter benefícios significativos para a sociedade como um todo e garantir uma melhor qualidade de vida para todos. Afinal, a proteção das informações e sistemas digitais é crucial nos dias de hoje.
Portanto, é fundamental que estejamos atentos às possibilidades que a Inteligência Artificial oferece e busquemos cada vez mais integrá-la em diferentes áreas para alcançar resultados positivos e seguros. O futuro da defesa cibernética está intimamente ligado ao avanço tecnológico, e é essencial estarmos preparados para essa evolução.
