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Maria, bioengenheira que utiliza Inteligência Artificial na saúde, será a única jovem portuguesa em Davos em 2026

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A Inteligência Artificial (IA) pode ser entendida “como um bebé a quem se vai ensinando o que é a cor, a forma…”. O algoritmo é ensinado e, depois, treinado até gerar um modelo que vai dar respostas às nossas perguntas. Como pensa para nos responder? “Sugere o que é estatisticamente mais provável, mediante o conhecimento que tem”, isto é, agarra no que “está na internet” e é isso que nos oferece. “Seja a informação verdadeira ou falsa”.

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É numa sala de aula da Escola Secundária João Gonçalves Zarco, em Matosinhos, e com a turma do 11.º ano de Informática que encontramos Maria Loureiro, única portuguesa entre os 40 jovens líderes mundiais escolhidos para estar na Reunião Anual do Fórum Económico Mundial de Davos.

Explica a estes alunos que, quando pedem ao ChatGPT para programar por eles, a IA atua seguindo o mesmo raciocínio. O código gerado pode estar errado, ser demasiado complexo ou não corresponder ao que é pedido.

Por isso, “aprender programação”, “conhecer as boas práticas” e “manter o pensamento crítico” são competências essenciais para estes alunos, explica Maria. No contexto empresarial, vai realçando ao longo da sessão, saber usar estes modelos é cada vez mais importante.

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