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OpenAI experimenta uma nova fonte de receita: saiba mais!

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Na sexta-feira (16/01), a OpenAI iniciou testes de anúncios no ChatGPT nos Estados Unidos e passou a alcançar usuários da versão gratuita e do plano Go. Com isso, a empresa altera sua estratégia ao sair de um modelo sustentado quase exclusivamente por assinaturas e contratos corporativos.

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Ao mesmo tempo, o teste surge sob pressão financeira crescente. A OpenAI projeta gastos elevados com data centers e chips dedicados à inteligência artificial. Além disso, a própria companhia reconhece que a lucratividade ainda está distante. Por essa razão, diversificar receitas ganhou prioridade operacional.

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Segmentação de usuários no ChatGPT

Nesse desenho inicial, os anúncios no ChatGPT aparecem apenas para usuários logados na versão gratuita e no plano Go, que custa US$ 8 por mês. O plano estreou na Índia e, agora, avança para o mercado americano. Em contrapartida, as assinaturas mais caras seguem livres de publicidade.

Segundo a empresa, os anúncios surgem na parte inferior das respostas, com separação visual clara do conteúdo principal. Dessa forma, a OpenAI tenta preservar a experiência do usuário. No início, o formato inclui produtos e serviços patrocinados, exibidos apenas quando considerados aderentes à consulta.

Além disso, a companhia afirma que não compartilha conversas com anunciantes. Também exclui temas sensíveis, como saúde mental e política, da publicidade direcionada a usuários identificados como menores de 18 anos.

Publicidade no chatbot e o custo da inteligência artificial

A adoção de publicidade segue uma lógica econômica direta. A OpenAI se comprometeu a investir cerca de US$ 1,4 trilhão em infraestrutura de IA nos próximos anos. Esse volume de gasto, portanto, pressiona um modelo baseado apenas em assinaturas.

Nesse contexto, Sam Altman, CEO da OpenAI, já manifestou desconforto pessoal com publicidade e a classificou como alternativa extrema. O principal temor envolve a confiança do usuário e a leitura de que respostas possam ser guiadas por interesses comerciais.

Enquanto isso, concorrentes como Google e Meta já incorporaram anúncios em produtos de inteligência artificial. Essas empresas usam bases amplas de usuários para diluir custos tecnológicos elevados.

Anúncios no ChatGPT e a lógica do mercado digital

Ao defender a iniciativa, Fidji Simo, CEO de aplicações da OpenAI, afirmou que os negócios corporativos e de assinaturas seguem fortes. Ainda assim, ela sustenta que um modelo diversificado amplia o alcance da tecnologia, com os anúncios no ChatGPT como parte desse desenho.

Além disso, a OpenAI reforça que a publicidade não interfere nas respostas. Segundo Simo, a utilidade objetiva do chatbot permanece no centro do produto.

No médio prazo, o teste servirá como termômetro. A reação dos usuários deve orientar ajustes no formato e definir o peso dos anúncios no ChatGPT dentro da estratégia global, sobretudo diante de um possível IPO e de uma base superior a 800 milhões de usuários semanais.


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