O marketing segue uma fórmula, como ensinam pensadores consagrados como Kotler, Raimar, Gracioso, Cobra, Drucker e Madia. Ela é fácil de visualizar:
R + STP + 4Ps + I + FB = M
(Research + Segmentation, Targeting, Positioning + Promotion, Pricing, Product, Point of Sale + Implementation + Feedback = Marketing)
Ou seja: Pesquisa + Segmentação, Definição de Público-Alvo e Posicionamento + Promoção, Preço, Produto e Ponto de Venda + Implementação + Feedback = Fórmula do Marketing.
O ponto de partida é a pesquisa. É ela que permite entender os mercados existentes, a demanda, os potenciais ainda não explorados e a concorrência. Também ajuda a reconhecer fatores incontroláveis e as percepções e sentimentos humanos em relação a marcas, categorias, países, cidades, regiões e populações.
O “R” de pesquisa acompanha, por exemplo, os investimentos em ciência e tecnologia que transformam cadeias inteiras de valor, como aconteceu na produção de aves e suínos, quando o melhoramento genético passou a focar em frangos vendidos em cortes e em suínos com maior valor de carcaça.
No setor de ovos, vimos mudanças marcantes de percepção, passando do “ovo vilão” para o “ovo satisfação”. Hoje, as cadeias de suprimento de proteína animal incluem dezenas de segmentos, nichos, públicos-alvo e estratégias de posicionamento distintas. No fundo, a fórmula do marketing não muda. O que muda são as tecnologias de banco de dados e a inteligência artificial, que agora dão suporte ao analista de marketing clássico e permitem estratégias de mídia extraordinariamente precisas.
Mesmo assim, a fórmula da comunicação permanece a mesma: emissor + mensagem + mídia + decodificadores + públicos-alvo + feedback. Por isso, o crescimento dos canais digitais não deve ser confundido com “marketing digital” em si, mas entendido como plataformas de mídia digital.
Leia a matéria completa na edição 225 da revista Feed&Food

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