Mais de 700 artistas assinaram um documento contra o uso da Inteligência Artificial nos Estados Unidos. A campanha, intitulada “Stealing isn’t Innovation”, que significa “Roubar não é Inovação”, alerta para os riscos do uso indevido de imagens, vozes e identidades de criadores sem autorização.
A IA evoluiu a ponto de tornar quase impossível distinguir conteúdos reais de produções falsas. A tecnologia tem sido usada para criar vídeos extremamente convincentes de pessoas famosas, os chamados “deepfakes”, que muitas vezes são compartilhados como verdadeiros.
A disseminação desse tipo de material preocupa artistas e especialistas, já que contribui para a desinformação e pode causar danos à imagem e à carreira dos envolvidos.
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A resistência dos artistas à inteligência artificial nos Estados Unidos tem gerado intensos debates sobre o impacto dessa tecnologia na criação artística. É importante refletirmos sobre como podemos utilizar a IA de forma positiva, aproveitando seus benefícios para melhorar nossa sociedade e qualidade de vida. A discussão levantada pelos artistas nos convida a pensar em como integrar a inteligência artificial de maneira criativa e inovadora, sem perder a essência da arte e da expressão humana. Cabe a cada um de nós refletir e tirar nossas próprias conclusões sobre como podemos aproveitar ao máximo o potencial da IA para enriquecer nossa experiência artística e cultural.

