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Bitcoin luta para reagir enquanto pressão macro eleva risco de queda abaixo de US$ 70 mil

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O movimento ganhou reforço com a recente nomeação de Kevin Warsh como o próximo presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos), responsável por levar o BTC a uma queda próxima de 40% em relação à sua máxima histórica, alcançada em outubro do ano passado. A escolha imediatamente deixou os investidores em ativos digitais apreensivos em função da passagem de Warsh no Fed, período em que defendeu a manutenção de taxas de juros elevadas.

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A combinação desses eventos resultou na saída líquida de US$ 1 bilhão dos ETFs (Exchange Traded Fund, fundo atrelado a uma carteira de ativos que busca um retorno semelhante a um índice de referência) de bitcoin à vista apenas em janeiro, segundo a SosoValue, plataforma de dados de cripto. Já nos últimos três meses, a retirada chega a US$ 5,6 bilhões. O resgate em massa ajudou na depreciação de 10,25% no acumulado do ano.

“Quando olhamos para o comportamento desses investidores, eles indicam que vai ter mais queda pela frente, como vem acontecendo desde a faixa dos 120 mil dólares que esse investidor tem vendido e não tem parado ainda”, André Franco, CEO da Boost Research.

Por isso, as chances do BTC ser negociado abaixo dos US$ 70 mil não são desprezíveis. Isso porque, caso a pressão macroeconômica persista, seja por juros mais elevados ou por novas saídas de capital de ativos de risco, o bitcoin não terá fôlego para sustentar o seu atual patamar de preço e retomar novas faixas.

Ainda assim, Guilherme Prado, country manager da Bitget no Brasil, argumenta que o movimento representa mais um ajuste técnico dentro de um ciclo de baixa do que uma mudança estrutural nos fundamentos da criptomoeda.

“O risco de o bitcoin romper momentaneamente os US$ 70 mil existe e não deve ser ignorado, mas isso não necessariamente caracteriza um movimento prolongado ou o início de uma tendência de baixa mais profunda”, acrescenta Prado.

Como servidor público há mais de 16 anos, tenho acompanhado de perto a ascensão do Bitcoin no mercado financeiro. Atualmente, a criptomoeda enfrenta desafios diante da pressão macroeconômica, o que aumenta o risco de uma queda abaixo de US$ 70 mil. No entanto, é importante lembrar que o Bitcoin é uma reserva de valor alternativa e pode ser uma oportunidade para diversificar investimentos. Portanto, é essencial estar sempre atualizado e buscar maneiras de obter informações confiáveis para tomar decisões financeiras assertivas. Esteja atento às tendências do mercado e saiba como tirar o melhor proveito dessa volatilidade.

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