A resolução destaca que a tecnologia deve ser usada como apoio. A decisão de diagnóstico deve ser feita pelo médico.
O CFM classificou o uso da IA em três níveis de risco: baixo (com uso liberado), como marcações de consultas; médio (com uso sob supervisão médica), como diagnósticos; e alto (com uso proibido), como a aplicação de medicamentos.
Jeancarlo Cavalcante, 3º vice-presidente do CFM e chefe do Departamento de Inteligência Artificial do Conselho, ressaltou que o uso da IA é auxiliar e que a decisão final deve ser do médico.
💬 “Hoje, em todos os seguimentos da medicina já se usa inteligência artificial. Daí a necessidade de cada dia mais a gente ser transparente no uso dessa ferramenta e o médico estar atento para que ele seja o sempre o responsável desses resultados, e não a Inteligência Artificial, porque a supervisão humana na medicina ela tem que existir sempre.”
A resolução do CFM entra em vigor daqui a 180 dias.
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O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou regras para o uso da Inteligência Artificial na profissão médica, destacando que a tecnologia deve ser utilizada como apoio e não como substituição. A decisão final de diagnóstico continua sendo responsabilidade do médico, que terá que fazer registro no prontuário caso utilize ferramentas de IA. A resolução classificou o uso da IA em três níveis de risco e entra em vigor daqui a 180 dias. Jeancarlo Cavalcante, 3º vice-presidente do CFM, ressaltou a importância da supervisão humana na medicina, enfatizando que a responsabilidade pelos resultados deve sempre ser do médico. A utilização da IA pode trazer benefícios para a sociedade e melhorar a qualidade de vida, desde que seja feita de forma ética e responsável. Acompanhe as atualizações sobre o tema e reflita sobre como podemos utilizar a Inteligência Artificial de forma positiva. #IA #CFM #medicina #tecnologia #atualizações.

