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ChatGPT turbina IA de imagens; função limitada após pico de uso

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A OpenAI lançou na quarta-feira (25) uma versão significativamente aprimorada do seu gerador de imagens por inteligência artificial, o Imagens, integrado ao ChatGPT. A novidade, impulsionada pela tecnologia GPT-4, prometia superar as limitações da versão anterior, como imagens confusas e erros textuais, além de expandir a capacidade de gerar cenas complexas com até 20 objetos – um salto considerável em relação ao limite anterior de cinco a oito.

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A expectativa em torno da ferramenta era alta entre os usuários do ChatGPT, incluindo os brasileiros, que rapidamente testaram e compartilharam os resultados nas redes sociais. A empolgação foi tamanha que a OpenAI se viu obrigada a desativar temporariamente o acesso gratuito ao Imagens, tornando-o exclusivo para assinantes dos planos pagos Pro, Plus e Team. A empresa não divulgou oficialmente o motivo da suspensão, mas a alta demanda e o grande volume de acessos simultâneos são as explicações mais prováveis.

A principal inovação do novo Imagens reside na sua arquitetura, baseada no GPT-4. Diferentemente da tecnologia DALL-E anterior, que utilizava o método de difusão (onde as imagens surgem gradualmente na tela), o GPT-4 opera de maneira mais linear, processando as informações textuais da esquerda para a direita, o que contribui para um raciocínio mais claro e, consequentemente, para a geração de imagens mais coerentes e com escrita precisa.

Além da qualidade aprimorada, a nova ferramenta oferece recursos inéditos, como a possibilidade de edição direta das imagens dentro do chatbot. Caso o resultado inicial não agrade, o usuário pode solicitar alterações textualmente, refinando a criação sem a necessidade de gerar uma nova imagem do zero. Outra funcionalidade interessante é a conversão de fotos reais em ilustrações no estilo anime, abrindo um leque de possibilidades criativas.

A OpenAI também demonstrou preocupação com o uso ético da tecnologia, implementando filtros para bloquear a criação de deepfakes e conteúdo ilegal. A remoção de marcas d’água em imagens geradas também foi explicitamente restringida. Embora as imagens não possuam uma marca d’água visível, elas contam com uma identificação invisível, indicando sua origem em inteligência artificial.

Apesar dos esforços para mitigar o uso indevido, Sam Altman, CEO da OpenAI, comentou que a IA poderá gerar conteúdos polêmicos dentro de limites “razoáveis”, sinalizando uma abordagem cautelosa em relação à liberdade criativa da ferramenta.

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