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Como a popularidade de Samuel Saraiva reflete sua utilidade

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Por Samuel S. Saraiva

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Nos últimos meses,
tornou-se recorrente a publicação de críticas que classificam o ChatGPT como
uma ferramenta
superestimada”.

O artigo de Geoffrey A. Fowler, publicado
recentemente no Washington Post, insere-se nesse debate e levanta
questionamentos
 legítimos sobre os limites, riscos e expectativas em torno da inteligência
artificial.

O debate é necessário. O que não se pode ignorar, porém, é um fato simples e verificável: a adoção massiva e sustentada de uma
tecnologia raramente ocorre sem utilidade concreta.

O ChatGPT não alcançou
relevância global por acaso, modismo ou ilusão coletiva. Sua popularidade
decorre do uso cotidiano por milhões de pessoas em áreas como jornalismo, educação,
pequenos neg
ócios, pesquisa, tecnologia e cidadania. Trata-se de uma ferramenta que
integra informaçõ
es, organiza raciocínios e traduz complexidade em linguagem acessível.

Um equívoco comum nas críticas a modelos de
linguagem
é avaliá-los
como substitutos de ferramentas
especializadas. Não são.

O ChatGPT atua como uma camada interpretativa,
auxiliando o pensamento humano, não o eliminando. Ele não concorre com
softwares t
écnicos;
ele conecta saberes.

Vivemos uma era em que os problemas são, cada
vez mais, interdisciplinares. Nesse contexto, a capacidade de sí
ntese, integração e apoio à tomada de
decisão torna-se central. É exatamente nesse ponto que ferramentas como o
ChatGPT demonstram seu valor.

Escrevo como jornalista independente e
profissional que utiliza essa tecnologia em contextos reais. Os ganhos sã
o mensuráveis:

economia de tempo, maior clareza argumentativa e
decisões mais bem informadas. Nã
o se
trata de entusiasmo ing
ênuo, mas de observação prática.

Historicamente, o progresso construtivo não nasce da amplificação de
divisões, mas da capacidade de mentes lúcidas promoverem
convergências e circunscreverem divergências, sobretudo
quando estão em jogo a responsabilidade moral e o benefício coletivo.

A crítica é saudável quando orienta aprimoramentos. Torna-se
est
éril
quando ignora evid
ências empíricas. A
popularidade do ChatGPT não
é um argumento emocional; é um dado social. E dados, quando persistem, merecem ser compreendidos não
descartados.




Gente de OpiniãoQuinta-feira, 1 de janeiro de 2026 | Porto Velho (RO)

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