O frio intenso e a inteligência artificial aumentaram as emissões de gases de efeito estufa nos Estados Unidos no ano passado. Após dois anos de queda, as emissões cresceram 2,4% em relação a 2024, segundo relatório do órgão independente de pesquisas Rhodium Group.
O avanço foi atribuído a um inverno rigoroso, que elevou o consumo de energia para aquecimento, e ao maior uso de centros de dados ligados à inteligência artificial. Apesar do crescimento das fontes renováveis, o estudo aponta aumento no uso de combustíveis fósseis.
Especialistas alertam que o aumento das emissões ameaça os esforços do país para reduzir impactos climáticos, e que a expansão da tecnologia deve ser acompanhada de políticas sustentáveis de energia.
O relatório reforça a necessidade de ações mais rápidas para reduzir a dependência de combustíveis fósseis e equilibrar a demanda crescente de energia com metas ambientais.
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