Pular para o conteúdo

Inteligência Artificial: Impactos Econômicos Globais da Bolha Tecnológica

Banner Aleatório

Xavier Debrun é belga, mas foi contratado no mercado global pelo Banco de França como economista-chefe, cargo que assumiu no passado dia 2 de fevereiro. Formou-se em economia pelas universidades de Namur e Harvard, foi economista-chefe do Banco Nacional da Bélgica desde 2019. Antes, viveu 20 anos nos Estados Unidos, onde trabalhou no departamento de assuntos orçamentais do Fundo Monetário Internacional. Encontrámo-lo em Lisboa, esta semana, num dos primeiros dias de bonança após quase um mês de tempestades em Portugal.

Banner Aleatório

Primeira de duas partes (a segunda parte segue neste link) da entrevista que concedeu ao DN e ao Dinheiro Vivo.

O Supremo Tribunal dos EUA decidiu que as tarifas impostas pela administração Trump ao abrigo da Lei de 1977 são ilegais, mas Donald Trump já respondeu que a sua administração irá impor uma tarifa de 10% com base noutra lei anterior a 1977. Como interpreta estes novos desenvolvimentos e as implicações que têm para a economia global e os níveis de incerteza que estamos a enfrentar? Isto é pior ou não?

Não sei. Poderia pensar que muitas pessoas se regozijariam com o facto de estas chamadas tarifas recíprocas terem sido consideradas ilegais pelo Supremo Tribunal. Mas, do ponto de vista económico, o que importa é que a incerteza em torno da política comercial dos EUA dificilmente diminuirá por causa disso. Como o próprio presidente deu a entender, outras vias legais para impor tarifas parecem existir.

E a administração Trump continuará a insistir na fórmula, pelos vistos.

Não sou politólogo. Mas há duas coisas que sabemos. Em primeiro lugar, as provas existentes sugerem que, até agora, as tarifas funcionaram como um imposto sobre os consumidores americanos, que é essencialmente o que a análise clássica indica. As pessoas começam a compreender isso, e as eleições intercalares estão a aproximar-se. Em segundo lugar, como disse, a decisão do Supremo Tribunal não reduz, por si só, o nível de incerteza que todos enfrentamos neste momento. Não acredito que o contexto global vá mudar materialmente só porque as tarifas recíprocas foram anuladas. A condução da política comercial dos EUA tornou-se provavelmente um pouco mais complicada, mas provavelmente ainda não nos vimos livres das tarifas.

No caso da Reserva Federal (Fed) e dos recentes acontecimentos: Trump já nomeou um sucessor para Jerome Powell, apontando Kevin Warsh. Vê algum risco para a Fed e para a sua independência na sequência de todo este processo conturbado e recheado de polémicas?

O que aconteceu nas últimas semanas foi claramente uma tentativa do governo de influenciar a Reserva Federal e o rumo da política monetária da Reserva Federal. Vimos também a reação pública do presidente da Fed, Jerome Powell. Foi apoiado por muitos governadores, incluindo governadores europeus — incluindo o nosso governador do Banco de França. Isto simplesmente recorda-nos que a independência dos bancos centrais é a pedra angular da credibilidade da política monetária, o que significa que o público pode ter confiança de que os bancos centrais independentes cumprirão — e farão tudo o que for necessário para cumprir — a sua meta de inflação a médio prazo. Isto é importante para a Fed, para o BCE e para todos os bancos centrais independentes do mundo. Na Europa, temos uma certa sorte, por assim dizer, porque o BCE é um banco central supranacional e a sua independência está ancorada em tratados europeus; como tal, está certamente menos sujeito aos tipos de ameaças que vemos nos Estados Unidos. A nomeação de Kevin Warsh é considerada uma escolha razoável, já foi membro do Conselho de Governadores da Reserva Federal, conhece o imenso valor da preservação da credibilidade da política monetária. É conhecido por ter as credenciais técnicas necessárias para conduzir a política monetária de forma a cumprir o duplo mandato da Fed: estabilidade de preços e pleno emprego. Agora, resta saber se os resultados serão comprovados. Há também a questão de saber se Jay Powell permanecerá no Conselho como membro ou se deixará o cargo. Não sei se isso alteraria materialmente os resultados. Mas é certamente algo que precisamos de observar e monitorizar de perto. E devemos continuar a lembrar-nos de que a independência do banco central é verdadeiramente a pedra basilar da credibilidade e, portanto, a base para a confiança de que o banco central continuará a proporcionar uma inflação baixa e previsível, que entendemos rondar os 2% a médio prazo.

Muitos economistas, a maioria, defendem que as tarifas são inflacionistas, mas, nos Estados Unidos, a inflação não disparou. Porquê?

De facto, não houve uma ultrapassagem massiva, mas ainda está acima da meta de 2%. Está um pouco acima, e as expectativas continuam ligeiramente acima do objetivo porque a economia é muito dinâmica. A economia cresce mais rapidamente do que na Europa. A boa notícia é que se observam ganhos de produtividade mais fortes, o que ajuda a conter as pressões inflacionistas.

Será por causa do sector das Tecnologias de Informação (TI)?

Certamente, está relacionado com o sector das TI, mas, de uma forma mais ampla, com a absorção de tecnologia e, mais recentemente, com a inteligência artificial. Um sinal do maior dinamismo das empresas americanas é que tendem a renovar o seu stock de capital a um ritmo mais rápido do que na Europa. Mas é um facto que as medidas de produtividade nos EUA são muito mais fortes do que na Europa.

Os países europeus enfrentam uma grande incerteza devido às tarifas, mas outros problemas persistem ou estão a surgir — como os riscos geopolíticos que envolvem a Venezuela e o Irão. O que é que isto significa para si enquanto economista-chefe de um grande banco central e decisor político? Traz mais dificuldades e complexidade ao seu trabalho? Precisa de novas variáveis? Precisa de ajustar os modelos com os quais trabalha?

A forma como lidamos com o nível de incerteza que enfrentamos atualmente é, de facto, analisar de forma mais crítica os resultados dos nossos modelos. Cada previsão que fazemos é uma combinação de múltiplas variáveis e modelos que nos fornecem previsões para variáveis-chave. No entanto, devemos aplicar uma boa dose de discernimento em relação aos seus resultados, porque os modelos não conseguem captar — como disse — a complexidade do mundo, sobretudo quando observamos desenvolvimentos que já não víamos há muito tempo. Se surgirem mecanismos que os modelos não foram concebidos para captar, devemos usar o discernimento para incorporar esta informação no contexto mais vasto.

Os intervalos das projeções são agora mais amplos ou incertos?

Não necessariamente. O próprio modelo nem sempre produz intervalos mais amplos, mas as premissas que inserimos no modelo — as hipóteses que devemos formular — são certamente mais incertas do que costumavam ser. Por isso, uma forma de lidar com isso é analisar diferentes cenários.

Na semana passada, cinco economistas publicaram um artigo no blogue do BCE. Afirmam que as alterações climáticas ou os eventos climáticos extremos podem aumentar o custo da dívida, o que pode ser muito negativo para os países em desenvolvimento e para os países altamente endividados da Europa. Incorporam isso nas vossas análises e projeções?

Lidar com as consequências de eventos climáticos extremos é dispendioso. Muitas vezes, isto é dispendioso para os governos porque estes choques — ou as suas consequências — não podem ser segurados. Nenhuma seguradora privada consegue suportar este tipo de choque. Por isso, com muita frequência, os governos precisam de intervir. Isto é custoso para o orçamento e, sim, significa mais dívida. Significa também que, se leva a sério a questão das alterações climáticas, precisa de investir em infraestruturas diferentes — caminhos-de-ferro e similares — para aumentar a resiliência da economia e reduzir a dependência de energia proveniente de combustíveis fósseis, que geram carbono. E isto também é dispendioso, porque esta infra-estrutura está geralmente sob a responsabilidade dos orçamentos governamentais. Nem sempre, claro — grande parte do investimento precisa de vir do setor privado. É por isso que existem muitas medidas a incentivar as indústrias a tornarem-se mais sustentáveis.

Devem os governos liderar o caminho e indicar ao sector privado o que fazer a seguir na economia?

Liderar pelo exemplo é sempre bom, dando prioridade a infraestruturas como ferrovias, conectividade europeia, redes de energia renovável e assim por diante. Uma combinação de incentivos financeiros (impostos e subsídios) e obrigações regulamentares deverá então incentivar o sector privado a fazer o que for necessário para reduzir as emissões.

Os bancos centrais nacionais e o BCE afirmam ter cumprido a sua parte, uma vez que estão a atingir a meta de inflação de 2% e a entregar estabilidade financeira. Mas, em relação à estabilidade financeira, será que o sector não bancário e outros segmentos não regulados dos mercados representam um risco para esta estabilidade e para a própria inflação?

Claro que, se analisarmos o setor financeiro na sua totalidade e nas suas diferentes dimensões, monitorizamos constantemente possíveis focos de vulnerabilidade. É evidente que parte do trabalho dos supervisores é antecipar o que pode acontecer. E sim, as elevadas avaliações de ativos em algumas partes do mundo são monitorizadas. E sim, realizamos aquilo a que chamamos testes de stress para verificar a resiliência do sector financeiro a potenciais desenvolvimentos graves, apenas para garantir que temos reservas de liquidez suficientes. Atualmente, a situação na Europa é razoavelmente boa. Não existem grandes preocupações em relação à estabilidade financeira. Mas continuamos a monitorizar. Lembremo-nos de 2008 — aquilo não era esperado, mas aconteceu. No entanto, penso que estamos muito mais bem preparados hoje para enfrentar choques negativos do que estávamos em 2008.

Pode dar-nos um exemplo?

As avaliações elevadas das ações nos EUA, em certos sectores, acarretam sempre riscos de correções significativas, é uma vulnerabilidade que monitorizamos. É o nosso trabalho.

Será por causa do sector da Inteligência Artificial (IA)?

A IA é um sector em relação ao qual podemos questionar se estas avaliações são ou não apropriadas. Mas é sempre muito difícil determinar se temos uma bolha. Não sei, e ninguém sabe. Normalmente, só sabemos que há uma bolha depois desta rebentar.

A presidente do BCE, Christine Lagarde, levantou uma questão há poucas semanas. Expressou dúvidas sobre o retorno destes enormes investimentos em IA. Estão, certamente, a monitorizar esse risco.

Esse é um elemento da nossa monitorização. Os níveis de investimento em IA nos EUA são atualmente enormes. Pode haver algo — não estou a dizer que haja, mas pode haver algo como o investimento excessivo. Pode construir demasiada capacidade num setor, e isso pode tornar-se um problema porque, claro, se houver investimento excessivo, os retornos serão provavelmente dececionantes. Mas, mais uma vez, a previsão é sempre mais uma arte do que uma ciência.

Pensando em centros de dados. Representam um enorme investimento em França, tanto quanto sei, e também em Portugal. Estes grandes projetos representam um risco para as nossas economias, ou devemos deixar esta ideia de lado, tentar acompanhar o ritmo e manter-nos no mesmo barco que os outros?

É uma excelente questão e é muito cedo para dar uma resposta convincente. É difícil avaliar o nível ideal de investimento que deveríamos ter num ou noutro sector. Uma coisa que eu sei — e esta é uma das razões pelas quais estamos a pressionar para reformas estruturais na Europa, como a União de Poupança e Investimento e outras reformas importantes que deverão concretizar-se, é que temos provavelmente muito pouco investimento na Europa em comparação com os nossos elevados níveis de poupança ou, pelo menos, muito pouco investimento alocado às fontes mais promissoras de ganhos de produtividade. E essa é uma das razões pelas quais o crescimento da produtividade é muito baixo. Embora a economia europeia esteja a crescer de forma constante, a “história da resiliência” não pode esconder o facto de que poderemos estar a crescer a um ritmo mais elevado.

Será que a Europa carece de grandes empresas, como a Starlink ou a Microsoft, para não estar tão dependente de uma solução norte-americana?

Provavelmente, sim. Mas então estaríamos a entrar nos debates sempre difíceis — intelectualmente falando, pelo menos — em torno da autonomia estratégica e até que ponto nos devemos tornar menos dependentes dos EUA para os serviços e tecnologias essenciais. A autonomia estratégica ganhou importância face ao domínio das empresas americanas em atividades-chave, como os serviços de cloud e os pagamentos eletrónicos. E para algumas destas tecnologias essenciais, não temos — ou pelo menos ainda não temos — uma solução europeia completa.

Já temos muita tecnologia fabricada na China incorporada nas nossas infraestruturas de alta tecnologia. A China é uma aliada ou uma ameaça, economicamente falando?

Num mundo repleto de tensões geopolíticas e divisões, esta é obviamente uma questão que precisamos de colocar.

Embora a China também dependa muito da Europa porque somos grandes parceiros e compradores.

É claro que a Europa é um grande mercado, e vemos isso com a China, que tem alguma capacidade por utilizar em vários sectores — estou a pensar nos veículos eléctricos e outros — e está prestes a exportar mais para a Europa. É por isso que vemos preços em queda relacionados com estes produtos que estão em excesso de capacidade na China. E este é um dos importantes riscos negativos que vemos na nossa previsão de inflação. A queda dos preços dos bens industriais pode tornar-se um problema se se mantiver. A China atravessa atualmente pressões deflacionistas e parte dessa deflação é exportada para a Europa, o que constitui um risco negativo para a nossa própria perspetiva de inflação.

Falávamos do sucesso do BCE em atingir os 2%. Na sua opinião, quais são os principais fatores, os fatores negativos, que ajudaram a estabilizar a inflação? A China ajudou-nos nisso, facilitou a vida ao BCE?

Atualmente, assistimos a dois principais riscos negativos para a inflação. O primeiro é o que acabei de referir: estamos a importar bens da China que estão cada vez mais baratos. Essa é uma fonte de risco. Uma segunda fonte de risco é a taxa de câmbio. Claro que as taxas de câmbio são as coisas mais difíceis de prever, e não vou fazer uma previsão sobre a taxa de câmbio do dólar daqui a um ano, ou mesmo daqui a seis meses. Mas é verdade que recentemente temos assistido a alguma tendência de valorização do euro, o que é outro fator desinflacionista. Um euro valorizado reduz o preço, em euros, dos bens que importamos, incluindo a energia, e isso tem, naturalmente, um efeito de descida dos preços.

Mas tem uma interpretação pessoal sobre o que significa a atual taxa de câmbio do euro? Reflete a confiança na economia europeia? O que poderá ser?

Repare, na minha opinião, trata-se sobretudo da fraqueza do dólar. Quanto ao nível da taxa de câmbio, como sabe, não temos como objetivo nenhum nível específico. Algumas pessoas mencionam 1,20 dólares por euro, mas lembremo-nos que 1,20 é simplesmente a média histórica da taxa de câmbio entre o euro e o dólar desde a criação do euro. Portanto, estar acima ou abaixo de 1,20 não importa por si só. O que importa é a medida em que a evolução da taxa de câmbio — caso se mantenha como no ano passado — terá um efeito duradouro na inflação, criando o risco de ficar abaixo do valor de referência a médio prazo. Nesse caso, uma reação do BCE seria mais provável do que improvável.

Os mercados e os observadores indicam que o BCE atingiu provavelmente um nível neutro óptimo para a inflação e as taxas de juro na zona euro — cerca de 2%. Sugerem ainda que os níveis atuais podem manter-se até ao final deste ano. Considera isso prudente?

Como acabou de dizer, são visões de mercado. Penso que o BCE tem sido extremamente claro sobre a sua abordagem. É certo que estamos num “ponto ideal”, um local excelente, sem dúvida, mas não fixo. Este é um ponto ideal porque a política monetária está provavelmente próxima da neutralidade. Não sabemos exatamente o que é a neutralidade, mas taxas de juro de 2% parecem-nos próximas de algo a que poderíamos chamar neutro — nem restritivo nem estimulante. Também é verdade que, olhando para o médio prazo — o final de 2028 — a trajetória da inflação termina nos 2%. Dada a incerteza que enfrentamos, o BCE tem sido claro ao afirmar que segue uma abordagem reunião a reunião, dependente de dados, pelo que, mais uma vez, o ponto ideal não é fixo. Muitas coisas ainda podem acontecer.

Como nos preços da energia?

Exatamente — energia, ou qualquer coisa que possa influenciar a inflação. Recentemente, assistimos a uma ligeira subvalorização — um risco descendente — devido sobretudo aos efeitos base dos preços da energia, que têm sido relativamente favoráveis. Mas podem voltar a subir, dependendo do que acontecer no Golfo Pérsico, por exemplo. Sabemos que os riscos geopolíticos nesta região são sempre um fator de incerteza.

Conhece bem a situação e as perspetivas da economia francesa, a segunda maior da Zona Euro. As mais recentes projeções de médio prazo do Banco de França mostram que a economia terá uma inflação bastante baixa até 2028, mas também um crescimento baixo, na ordem de 1%. Como está França?

O ritmo atual de crescimento em França é de cerca de 1% ao ano. É baixo, mas também próximo do potencial. Portanto, não há nada de particularmente deflacionário ou inflacionário nestes números de crescimento. Mas continua a ser o facto de a inflação ser mais baixa em França do que no resto da Zona Euro. Esta situação está amplamente relacionada com uma dinâmica salarial mais moderada do que noutros locais. Parte da razão reside no facto de, quando a inflação atingiu o seu pico no final de 2022 na zona euro, a França ter experimentado o pico mais baixo — basicamente metade do que foi noutros locais. Nos países onde a inflação atingiu os dois dígitos, como a Alemanha, os Países Baixos ou a Bélgica, a convergência salarial teve de ser muito mais forte. Assim, em França, o crescimento dos salários foi mais moderado, o que ajuda a explicar porque é que a inflação no sector dos serviços também foi melhor do que noutros locais. Essencialmente, é um resultado histórico — um pico de inflação relativamente baixo e a dinâmica salarial muito estável que se seguiu.

França tem problemas de produtividade?

O crescimento da produtividade em França é semelhante ao do resto da Europa. Por isso, é demasiado baixo. Mas isto reflete, em parte, uma notícia bastante positiva, que é o facto de a criação de emprego se ter mantido forte. Hoje, o nível de emprego em França é historicamente elevado. Quando se consegue empregar muitas pessoas apesar do baixo crescimento, isso afeta mecanicamente a produtividade medida. Poderíamos chamar-lhe “crescimento com criação de emprego”.

É semelhante em Portugal.

E a mesma situação ocorre em muitas partes da Europa. Isto está, em parte, relacionado com a demografia.

Como servidor público com mais de 16 anos de experiência, vejo a Inteligência Artificial como uma ferramenta incrível que pode trazer inúmeras vantagens para a nossa sociedade. A “bolha da Inteligência Artificial” representa um avanço tecnológico sem precedentes, capaz de revolucionar diversos setores econômicos e melhorar a qualidade de vida das pessoas ao redor do mundo.

No entanto, é importante refletirmos sobre os desafios econômicos globais que essa tecnologia pode trazer. É fundamental encontrar um equilíbrio entre a automação de processos e a preservação de empregos, garantindo que a Inteligência Artificial seja utilizada de forma responsável e ética.

Para tirar o melhor proveito da Inteligência Artificial, devemos investir em capacitação profissional e educação, preparando as novas gerações para os desafios do mercado de trabalho do futuro. Além disso, é essencial promover um debate amplo e inclusivo sobre os impactos sociais e econômicos da IA, buscando soluções que beneficiem a todos.

Afinal, a tecnologia é uma grande aliada para o desenvolvimento sustentável e o progresso da humanidade. Cabe a nós, como sociedade, aproveitar ao máximo o potencial da Inteligência Artificial para construir um mundo mais justo, equilibrado e próspero. Vamos pensar juntos em como podemos utilizar essa ferramenta para melhorar a nossa realidade e impulsionar o crescimento econômico global.

Créditos Para a Fonte Original

Join the conversation

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *