Apenas uma semana após o lançamento, Avatar: Fogo e Cinzas arrecadou mais de US$ 480 milhões de dólares no total. A saga é sinônimo de sucesso, mas o tempo entre um filme e outro tem se tornado um problema nos bastidores. É aí que, conforme o diretor James Cameron, entraria o uso de inteligência artificial.
“Não quero passar mais [8] anos em mais dois filmes de Avatar na minha vida aos 71 anos, então quero descobrir como fazê-los mais rápido, o que os tornará mais baratos. Agora, a IA generativa tem um papel nisso? Pode ser que sim… desde que nos mantenhamos dentro dos limites éticos de nunca substituir os atores, nada de substituir os artistas… nunca substituir a mim como diretor, nem os roteiristas”, disse o profissional.

Para o diretor, nenhuma IA generativa atual está projetada corretamente para fluxos de trabalho, que se concentram mais em acelerar os processos de pós-produção do que em criar imagens propriamente ditas.
Assim, o diretor quer criar uma ferramenta capaz de acelerar produção dos filmes, priorizando sempre o trabalho humano e utilizando essa tecnologia como ferramenta para, por exemplo, aumentar a velocidade de processamento dos efeitos especiais.
Outra função possível seria a implementação de um sistema para que os efeitos especiais tenham uma execução mais rápida e, acima de tudo, acessível para os artistas responsáveis pelo filme.
*Matéria traduzida e adaptada do site parceiro Vidaextra.
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