A Casa Real do Reino Unido abriu uma oportunidade única para quem deseja trabalhar no Palácio de Buckingham escrevendo cartas em nome da Família Real Britânica. O cargo anunciado é o de oficial sênior de correspondência, uma função tradicional que ganhou atenção internacional por combinar trabalho administrativo com comunicação de alto nível diretamente ligada à monarquia britânica.
Baseado em Londres, o profissional selecionado iniciará um contrato de dois anos em março de 2026, com um salário anual de £32.000 (trinta e duas mil libras) — o equivalente a cerca de R$ 20 mil por mês — e outros benefícios. Embora o valor esteja acima do chamado “salário digno” mencionado por organizações trabalhistas no Reino Unido, ele fica um pouco abaixo da renda média anual geral de trabalhadores britânicos, mas ainda competitivo considerando a singularidade da função.
Emprego em Buckingham
A principal responsabilidade do cargo é responder correspondências enviadas ao monarca e aos membros seniores da família real, lidando com milhares de cartas, mensagens e perguntas direcionadas à instituição. Todos os anos, membros da Família Real recebem uma quantidade consixderável de cartas, cartões e mensagens vindos de cidadãos e admiradores do mundo inteiro — com temas que vão de agradecimentos por serviços comunitários a consultas sobre causas sociais.
Segundo a descrição oficial da vaga, o candidato ideal deve possuir excelente comunicação escrita e verbal, habilidades administrativas e atenção aos detalhes, além de capacidade de manter o foco ao processar um grande volume de mensagens variadas. O trabalho faz parte de uma equipe dedicada à correspondência oficial do Palácio e exige também sensibilidade para lidar com assuntos pessoais, comunitários e diplomáticos de maneira respeitosa e apropriada.
Entre os benefícios adicionais estão almoço gratuito no local, dias de licença parental, dias de voluntariado e até acesso gratuito a locais pertencentes à Royal Household, bem como descontos nas lojas vinculadas à instituição — vantagens que ajudam a compensar o custo de vida em Londres, uma das cidades mais caras do mundo.

