A Mocidade Independente de Padre Miguel levou dois humanoides e dois cachorros robôs para a Marquês de Sapucaí. Os foliões eletrônicos foram usados para ajudar a contar a história do enredo “Voltando para o futuro, não há limites para sonhar”.
Foram seis meses de preparação. Segundo o coreógrafo Marcelo Misaillidis, a ideia era levar o gigantismo da inteligência artificial, mas com a mão do ser humano.
“Esse robô é um processo de uma pesquisa muito grande, mas a mensagem final que a gente passa é que daqui a pouco nós perderemos o controle total. E as máquinas vão ter a própria independência”, contou.