Governo sugere aumento do IOF para 3,5% sobre criptomoedas – Economia em 09/02/2026

O Ministério da Fazenda planeja colocar em consulta pública uma proposta para tributar a compra de criptomoedas e ativos digitais com IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 3,5%. Hoje, não há essa tributação. O intuito do governo é colocar o tema em debate público, para avaliar a conveniência de se tributar essas operações e fixar … Ler mais

Alta do IOF empurra brasileiros a nova alternativa para enviar dinheiro sem taxas ao exterior

Atualmente, existe um IOF unificado de 3,5% para a maioria das operações de câmbio. Cartões de crédito e débito internacional, assim como cartões pré-pagos internacionais e cheques de viagem para gastos pessoais, também ficaram com essa alíquota, do mesmo modo que compras de moeda em espécie. Remessas para contas no exterior direcionadas para investimentos continuam com … Ler mais

Fugindo do IOF com stablecoins? Parceria entre Matera e Circle busca transformar ‘dólar tokenizado’ em meio de pagamento com USDC (USDC)

A Matera, empresa de tecnologia com foco em soluções e produtos financeiros, firmou uma parceria com a Circle (CRCL), emissora da stablecoin em dólar USDC (USDC) para o uso da criptomoeda como meio de pagamento no país. A operação será feita por meio de suas respectivas afiliadas reguladas e visa promover a interoperabilidade entre moedas … Ler mais

Antes de reunião com Haddad, Motta diz que taxar criptoativos é alternativa em impasse sobre IOF

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que implementar uma taxação sobre transações sobre criptomoedas é uma das alternativas estudadas para fazer com que não haja um aumento do IOF nos moldes como pretende o Ministério da Fazenda. Em meio a impasse do IOF, Haddad se reúne com presidentes da Câmara e do Senado … Ler mais

IOF e dólar: Carteiras de criptomoeda driblam imposto – 25/05/2025 – Mercado

Com a nivelação feita pelo governo Lula (PT) da alíquota de IOF incidente sobre operações de câmbio feitas por fintechs como Wise e Nomad e a cobrada em compras feitas com cartões, uma alternativa sobrevive para quem não quer pagar uma taxa de 3,5%: criptomoedas. A brecha persiste porque o Brasil ainda não regulamentou o … Ler mais